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Nº 1, 2016 (setembro a dezembro)

editorial

dossiê – entre rastros e atenções: a mulher e a imagem movente

A construção da imagem da ativista política no início do século XX: sufrágio e representação feminina no cinema mudo – por Camila Suzuki
A representação da mulher nos números musicais de Busby Berkeley (ou a propósito de Lucy Fischer) – por Jocimar Dias Jr.
Cineclubismo e mulheres cineastas no estado do Rio de Janeiro: a experiência do cineclube Quase Catálogo – por Érica Sarmet e Marina Tedesco
Dandara Através do Espelho, Tangerine e a busca pela imagem trans(-)realista – por Vitor Medeiros
Enegrecendo narrativas: a representação visual das mulheres negras no seriado “Antônia” – por Luiza Drable
Estruturas em decomposição, matéria de resistência: Clara e o tempo que habita em Aquarius – por Laís Ferreira e Vitor Medeiros
“Eu tô interessada nesse mundo fazendo ficção científica” – Entrevista com Carmen Luz – por Flavia Meireles
Formation: a síntese de um manifesto – por Juliana Magalhães
Retrato de uma juventude em transe ao fim dos anos 60, a partir de Chantal Akerman
 – por Laís Ferreira Oliveira
Sara Gomez: o indivíduo e a dissolvência – por Tainá Mühringer
Sob Minha Pele, o fascínio do corpo e o horror feminino – por Mariana Ramos

fragmentos do imaginado

Anotações sobre o fantástico em “Mal dos Trópicos” – por Fabricio Basilio
O sumo da imagem e a imagem do sumo: aproximações entre vida, morte e cinema
– por Laís Ferreira Oliveira
Pola X: por um outro vitalismo – por Isabel Veiga

o que vemos, o que nos olha

A juventude, o espetáculo da revolta e a explosão sonhada: reflexões a partir de “Os Sonhadores” – por Vitor Medeiros
À resistência pela terra sagrada, a memória contra o martírio provocado pelos brancos – por Laís Ferreira Oliveira
Diante da morte, a natureza do cinema: “Curumin, o homem que queria voar” e o discurso de si – por Laís Ferreira Oliveira
Enquanto o tempo (e vida) dos índios são ameaçados de acabar – por Laís Ferreira Oliveira
Hamaca Paraguaya e a dor da espera – por Fernanda Paz
Luzes da cidade onde (não) se envelhece – por Laís Ferreira Oliveira
Magia reprimida e a gênese da obscuridão – por Vitor Medeiros
Nossa sorte, a escolha pela ingestão das borboletas – por Laís Ferreira Oliveira
Primeiramente, a nação! – por Luciano Viegas
Ruídos da natureza, o tempo das histórias e o sabor da vida – por Laís Ferreira Oliveira
Se a perda de memória é diferente do esquecimento: notas sobre “Exilados do Vulcão” – por Laís Ferreira e Vitor Medeiros