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Nº 2, 2017 (janeiro a junho)

editorial

dossiê – nossos dias irreais: representações políticas em crise

A fronteira entre o bem e o mal: representações da Coreia do Norte nos dramas de TV do Sul – por Daniela MazurVitor Medeiros
A história que se monta: representações (e reverberações) da greve do ABC
 – por Laís Ferreira Oliveira
“A Que Distância”: o road movie feminista e latino-americano – por Fernanda Paz
Cinecatástrofe: notas sobre o cinema de Béla Tarr – por Daniel Abib
“Moonlight” e os silêncios do corpo negro – por Luiza Drable
“No peace, no pussy”: discussões sobre gênero, violência e negritude de Aristófanes a Spike Lee – por Juliana Magalhães
O Presidente, o Juiz e a Câmera – por Isaac Pipano
O real sob suspeita: espaços do fantástico na literatura e no cinema – por Fabricio Basilio
Os intertíscios do Cambridge – por Pedro Drumond

o que vemos, o que nos olha

A criada, a senhorita e os prazeres – por Vitor Medeiros
A delicadeza da terra, a descoberta do mar: “Homem-peixe” e a invenção do mundo – por Laís Ferreira Oliveira
Amar não é um gesto leviano ou carta-resposta a Marcelo Ikeda – por Camila Vieira e Laís Ferreira
“Antes do fim”, dancemos ao vento – por Laís Ferreira Oliveira
Caminhar, persistir, acreditar: “A canção do asfalto”, “Restos”, “Estado itinerante” e a opressão do urbano – por Laís Ferreira Oliveira
Cidade das estrelas… brancas: sobre as questões raciais em “La La Land” – por Jocimar Dias Jr.
“Corpo delito” e a liberdade apesar das grades – por Laís Ferreira Oliveira
Deste lado do mundo, o profano é divino – por Laís Ferreira Oliveira
É preciso contestar: a arrogância de “Os Incontestáveis” – por Laís Ferreira Oliveira
Ensaio do filme que me consome – por Flavia Meireles
“Mulher do pai” e a vida em espera – por Laís Ferreira Oliveira
O cinema que se impõe: “Divinas Divas” e o espetáculo que não vê – por Laís Ferreira Oliveira
O risco do voyeur em “Baronesa” – por Laís Ferreira Oliveira
“Porque Era Ela”: o confronto, a fusão – por Vitor Medeiros
“Subybaya” e a autossuficiência no cinema – por Camila Vieira e Laís Ferreira
Tchau, e até amanhã – um ensaio sobre o vlog “Fotografando à Mesa” – por Taís Bravo
“Um filme de cinema” e a realidade fabulada – por Laís Ferreira Oliveira
Vira-latas do fim do mundo – por Vitor Medeiros

conversas

“A fotografia veio como uma vontade de chegar mais perto das artes visuais” – entrevista com Andrea Capella – por Ana Galizia
“Acredito muito nessa relação quase mediúnica da fotografia” – entrevista com Ivo Lopes Araújo – por Ana Galizia
“Coloco meu corpo na operação da câmera como quem executa uma coreografia” – entrevista com Matheus Rocha – por Ana Galizia
“Quanto mais a gente radicaliza, a gente chega onde quer estar de fato” – entrevista com Flora Dias – por Ana Galizia

Nº 1, 2016 (setembro a dezembro)

editorial

dossiê – entre rastros e atenções: a mulher e a imagem movente

A construção da imagem da ativista política no início do século XX: sufrágio e representação feminina no cinema mudo – por Camila Suzuki
A representação da mulher nos números musicais de Busby Berkeley (ou a propósito de Lucy Fischer) – por Jocimar Dias Jr.
Cineclubismo e mulheres cineastas no estado do Rio de Janeiro: a experiência do cineclube Quase Catálogo – por Érica Sarmet e Marina Tedesco
Dandara Através do Espelho, Tangerine e a busca pela imagem trans(-)realista – por Vitor Medeiros
Enegrecendo narrativas: a representação visual das mulheres negras no seriado “Antônia” – por Luiza Drable
Estruturas em decomposição, matéria de resistência: Clara e o tempo que habita em Aquarius – por Laís Ferreira e Vitor Medeiros
“Eu tô interessada nesse mundo fazendo ficção científica” – Entrevista com Carmen Luz – por Flavia Meireles
Formation: a síntese de um manifesto – por Juliana Magalhães
Retrato de uma juventude em transe ao fim dos anos 60, a partir de Chantal Akerman
 – por Laís Ferreira Oliveira
Sara Gomez: o indivíduo e a dissolvência – por Tainá Mühringer
Sob Minha Pele, o fascínio do corpo e o horror feminino – por Mariana Ramos

fragmentos do imaginado

Anotações sobre o fantástico em “Mal dos Trópicos” – por Fabricio Basilio
O sumo da imagem e a imagem do sumo: aproximações entre vida, morte e cinema
– por Laís Ferreira Oliveira
Pola X: por um outro vitalismo – por Isabel Veiga

o que vemos, o que nos olha

A juventude, o espetáculo da revolta e a explosão sonhada: reflexões a partir de “Os Sonhadores” – por Vitor Medeiros
À resistência pela terra sagrada, a memória contra o martírio provocado pelos brancos – por Laís Ferreira Oliveira
Diante da morte, a natureza do cinema: “Curumin, o homem que queria voar” e o discurso de si – por Laís Ferreira Oliveira
Enquanto o tempo (e vida) dos índios são ameaçados de acabar – por Laís Ferreira Oliveira
Hamaca Paraguaya e a dor da espera – por Fernanda Paz
Luzes da cidade onde (não) se envelhece – por Laís Ferreira Oliveira
Magia reprimida e a gênese da obscuridão – por Vitor Medeiros
Nossa sorte, a escolha pela ingestão das borboletas – por Laís Ferreira Oliveira
Primeiramente, a nação! – por Luciano Viegas
Ruídos da natureza, o tempo das histórias e o sabor da vida – por Laís Ferreira Oliveira
Se a perda de memória é diferente do esquecimento: notas sobre “Exilados do Vulcão” – por Laís Ferreira e Vitor Medeiros