Edição atual

Nº 3, 2018 (junho de 2017 a janeiro de 2018)

editorial

dossiê – quando o amor transborda

A dificuldade do amor face ao progresso: História de Taipei – por Laís Ferreira Oliveira
Andróides e monstros: mulheres na ficção científica a partir de “Blade Runner” – por Mariana Ramos
Histórias que escrevem pessoas: narrar e amar – por Carolina Amaral
Lembranças de como a vida já foi antes dela ser como é: as muitas formas de amar em “How I Met Your Mother” – por Alice Name-Bomtempo
O que pode um Bartleby queer? Notas acerca da resistência passiva queer em “Corpo Elétrico” – por Jocimar Dias Jr.
Pornochanchada, ambivalência e excesso: notas sobre “Giselle” – por Luciano Carneiro
Se eu tivesse um acorde, é pra você que ele iria tocar: os amores em formação de Ana e Bia – por Alice Name-Bomtempo e Vitor Medeiros
Virtude da moral em absimo – por Vitor Medeiros

o que vemos, o que nos olha

A poeira das estrelas: o cotidiano em “Estrangeiro” e “História mundana” – por Laís Ferreira Oliveira
Ceder ou resistir? – por Camila Vieira
Como estar próximo de quem amamos? – por Camila Vieira
Como (e onde) crescem os meninos-homens em “A família” – por Laís Ferreira Oliveira
Do mal estar – por Camila Vieira
Faroeste Mutante – por Vitor Medeiros
Invisibilidades de uma história a ser contada – por Camila Vieira
“Lá” é um lugar imaginado – por Laís Ferreira Oliveira
Memórias transviadas da noite carioca – por Vitor Medeiros
Nada mais extraordinário que o cotidiano – por Laís Ferreira Oliveira
Não nos afastemos muito: sobre “Espelho negro” e “Dao Khanong” – por Laís Ferreira Oliveira
Não se filma impunemente – por Camila Vieira
O cinema pode realmente salvar? – por Camila Vieira e Laís Ferreira
O lado extraordinário da Força – por Vitor Medeiros
Olhar o duplo – por Camila Vieira
Olhar para duas raridades – por Camila Vieira
Quantos afluentes desaguam num rio? – por Laís Ferreira Oliveira
Quem matou Vincent? – por Vitor Medeiros
Sonho, presente e deriva – por Camila Vieira
Uma imagem que se espelha: sobre “Anoitecer”, “Almoço” e “Como. Amor. Verdadeiro” – por Laís Ferreira Oliveira
Vai Malandra: o poder da bunda e o prazer do excesso – por Vitor Medeiros
“Vazio do lado de fora” e a impossibilidade do lugar qualquer – por Laís Ferreira Oliveira

conversas

“A vida e o cinema não podem ser separados”: entrevista com Anocha Suwichakornpong – por Laís Ferreira Oliveira